por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
Não naquela tarde… Não aquela que se fingia de sol e se fugia tão sombria, virando rosto a qualquer sorriso. Não aquela… Como tudo podia ser pálido cinza e se fundir, fingindo, em colorido? Cinza não é a mistura de todas as cores. Cinza é a desistência de...
por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
Olha, olha bem… Vê, ao fundo, o céu preto e branco? É cinza… Vê, bem ali, a nuvem? Horas mais tarde tornava chuva, de todo verão desmoronado. O menino correndo, à esquerda, primo distante, apavorou-se do aguaceiro. Já o menino direito, nem recordo;...
por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
Noite de lua; a mais brilhante do ano, segundo página de jornal. Difícil reparar lua entre luzes-cidades infestando o céu. Mas, se deu no jornal, deve ter sido. No caminho para casa, ainda tentei, atrapalhada de universo circunscrito de automóvel, localizar o...
por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
A barca e o arco-íris; carregando gente, transportando sonhos. Vivendo em dias os dias que virão, a expectativa por detrás da travessia; as cores que serão acerca do Sol e céu aberto. A barca e o arco-íris, enfrentando distâncias, inventando ponto de chegada. E cada...
por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
Bow, bow, bow… Era batalhão… De um marchar incessante, bombardeioaos ouvidos. As linhas amarelas de batalha, paralelas, transversais, desenhavamo palco cênico-sonoro, pontilhado de sons estridentes de atrito-borracha,perfurando o espaço que, pouco a pouco,...
por | abr 18, 2022 | Ânima in Crônica
A imagem do deserto nem parecia tão árida assim, mas ávida… Engraçado como se enxerga melhor o horizonte no deserto, quando se descobre o quão seco e falta de vida contaminam os pés. E um único olfato era pó… E houve, então, a memória de um mar. Quente e...